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Muita gente me pergunta diariamente como fazer a mágica de trocar backgrounds das fotos com tamanha perfeição, preservando, principalmente, transparências e cabelos. Claro que a coisa não é tão simples assim e requer muita habilidade e conhecimento técnico. O chromakey de cinema e TV não é o mesmo da fotografia, embora tudo seja entendido como uma coisa só, já que cinema nada mais é que fotografia animada. Certo por um lado, errado por outro, o fato é que chromakey de video é mais simples, rápido e, por conta de uma resolução relativamente baixa, alguns defeitos passam despercebidos. Em cinema a coisa é mais criteriosa e chega à perfeição, também. Mas são necessárias horas e horas de manipulação para um resultado satisfatório. Computadores velozes aceleram o processo de render e isso facilita muito a pós-produção. Um filme com uso constante de chromakey nas cenas leva cerca de dois anos para ficar pronto (vide Matrix). Em fotografia, dependendo do projeto, pode-se trabalhar com uma câmera digital de 10 a 24 megapixels para se ter uma qualidade aceitável. E aí está o grande problema. Arquivos grandes geram lentidão no processo de composição de uma foto de chromakey. Não é abrir no Photoshop, clicar no verde ou no azul e deletar o fundo. É preciso entender como preservar detalhes e trabalhar neles com a precisão de um cirurgião.
E essa técnica eu ensino no curso de chromakey, que estou abrindo agora. São aproximadamente 6 horas de curso que envolve iluminação, direção, captação, edição e pós-edição, entre outros detalhes.
Os interessados devem enviar e-mail para
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que será respondido com todos os detalhes, inclusive cronograma, valores, materiais e datas.

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